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US VIDA LOCA, ESTILO & COMPORTAMENTO DAS RUAS

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Dinheiro, Musica, RAP

US VIDA LOCA ORGULHOSAMENTE APRESENTA...
HIP-HOP 4 ELEMENTOS

D.J / SIGNIFICA: DISC JOCKEY / TRADUZIDO: DISCOTECÁRIO
M.C / SIGNIFICA: MASTER CEREMONY / TRADUZIDO: MESTRE DE CERIMONIA
B.BOY / SIGNIFICA: BRONX BOY / TRADUZIDO: RAPAZ DO BRONX / DANÇARINO / BREAKER
WRITER /SIGNIFICA: ESCRITOR /TRADUZIDO: GRAFITEIRO

HIP-HOP 4 ELEMENTOS

US VIDA LOCA ORGULHOSAMENTE APRESENTA...
A HISTÓRIA DO HIP-HOP

Hip-Hop é uma cultura que consiste em 4 subculturas ou subgrupos, baseadas na criatividade. Um dos primeiros grupos seria, e se não o mais importante da cultura Hip-Hop, por criar a base para toda a cultura, o DJing é o músico sem “instrumentos” ou o criador de sons para o RAP, o B.Boying (a dança B.Boy, Poppin, Lockin e Up-rockin) representando a dança, o MCing (com ou sem utilizar das técnicas de improviso) representa o canto, o Writing (escritores e/ou graffiteiros) representa a arte plástica, expressão gráfica nas paredes utilizando o spray.

O Hip-Hop não pode ser consumido, tem que ser vivido (não comprando roupas caras, mais sim melhorando suas habilidades em um ou mais elementos dia a dia). É um estilo de vida.... Uma ideologia...uma cultura a ser seguida...

A "consciência" ou a "informação" na minha opinião não pode ser considerada como elemento da cultura, pois isso já vem inserido às culturas do DJing, B.BOYing, MCing e Escritor/WRITing (Graffiteiros), ou seja aos elementos da cultura Hip-Hop, mais é válido para a nova geração, dizendo se fazer parte da cultura Hip-Hop sem ao menos conhecer os criadores da cultura e suas reais intenções.

As Raízes

A origem e as raízes da cultura Hip-Hop estão contidas no sul do Bronx em Nova Iorque (EUA). A idéia básica desta cultura era e ainda é: haver uma disputa com criatividade. Não com armas; uma batalha de diferentes (e melhores) estilos, para transformar a violência insensata em energia positiva.

Este bairro experimentou mudanças radicais durante os anos 60 por causa de construções urbanas mal planejadas (construíram uma via expressa no coração do Bronx, construíram complexos de apartamentos enormes) o que fez com que o bairro ficasse desvalorizado. A classe média que consistia em Italianos, Alemães, Irlandeses e Judeus se mudaram por causa da qualidade decrescente de vida.

Em vez deles, se estabeleceram afro-americanos mais pobres e famílias Hispânicas. Por causa da pobreza crescente os problemas causados por crimes, drogas e desemprego aumentaram.
No ano de 1968 sete adolescentes que se nomearam "Savage Seven" (Sete Selvagens) começaram a aterrorizar o bairro, criando assim a base para algo que dominaria o Bronx durante os próximos 6 anos: as Streetgangs (gangues de rua). Em pouco tempo apareceram outras gangues em todo o bairro, em todas as ruas e esquinas.

Algumas delas: Black Spades, Savage skulls, Seven Immortals, Ching Alling, Seven Nomads, Black Skulls, Seven Crowns, Latin Kings, Young Lords; muitos jovens poderiam ser vistos em todos lugares.

Depois que as atividades das gangues alcançaram o topo da criminalidade em 73, elas começaram a se acabar uma a uma. A razão para isto pode ser encontrada em níveis diferentes. As gangues estavam brigando, muitas estavam envolvidas em crimes, drogas e miséria. E muitos integrantes não quiseram mais se envolver com isso, o tempo estava mudando e as pessoas da década de 70 estavam à procura de festas em clubes, apenas diversão, dançar, curtir a música cada vez mais e mais.

O número de gangues cada vez mais estava diminuindo principalmente porque cada vez mais jovens estavam envolvidos com um movimento e se identificavam com alguma atividade. Pois a idéia básica era competir com criatividade e não com violência.

A força motriz de todas as atividades dentro dos 4 elementos era fugir do anonimato, ser ouvido e visto e espalhar o nome por toda parte. Se alguém quisesse melhorar suas habilidades teria que deixar de fazer coisas ruins (drogas, crimes, etc...) por todo tempo, teria que por sua energia a disposição da cultura e com isso ajudar a trazer mais adiante o próximo nível da Cultura Hip-Hop e desenvolvendo seus elementos cada vez mais inspirando novamente outras pessoas.

Kool Herc é por toda parte conhecido e respeitado como o "pai" da cultura Hip-Hop, ele contribuiu e muito para seu nascimento, crescimento e desenvolvimento.

Nascido na Jamaica, ele imigrou em 1967 (aos 12 anos de idade) de Kingston para Nova Iorque, trazendo seu conhecimento sobre a cena de Sound system (sistema de som, muito tradicional na Jamaica, seria um equipamento de som muito potente ligado na rua para atrair as pessoas).

Consigo também trouxe o "Toast" ao bairro do Bronx (NY), Clive Campbell seu nome de batismo, apelidado "Hercules" pelos alunos de sua sala de aula da escola secundária por causa da aparência física. Mas ele não gostou deste apelido e usou um atalho, criando, "Herc". Então quando ele começou a escrever (tag; assinatura) ele usou seu Tagname de "Kool Herc".

Herc deve ter dito muitas dificuldades para dormir durante a infância devido ao glorioso e grandioso volume libertado pelos sound systems, que batalhavam nas ruas pela atenção do público, cada vez se aumentava mais e mais o volume, quase a ponto de explodir, foi neste ambiente que Herc nasceu e viveu até os 12 anos...

Em meados de 73 ele chamou a atenção como DJ no Bronx, no princípio ele usou o equipamento de som de seu pai, em seguida construiu seu equipamento (auto denominado de Herculords) com enormes caixas de som e muitos seguidores. Em inúmeras Block Parties (festas feitas em blocos de apartamentos abandonados no Bronx e região – veja o filme Beat Street), festas em parques e escolas, logo depois ele fez suas próprias festas em clubes famosos como "Twilight Zone" e "T-connection". A razão do sucesso foi dada pelo fato de fazer as pessoas dançarem sem parar, ele seguiu a filosofia de Soundsystem de seu país, no principio não dando muito certo, tocando Reggae e outros ritmos jamaicanos, até que descobriu o Soul e Funk.

Passado algum tempo, teve um sistema de som mais pesado e mais alto que todos os outros, por outro lado (e provavelmente a razão mais importante) ele criou e desenvolveu uma técnica revolucionária para girar os pratos dos tocas discos.

Ele nunca tocou uma música inteira, mas só a parte que as pessoas mais gostavam: O Break - A parte onde a batida foi tocada da mais pura forma. Os "Breaks" das canções eram só alguns segundos, ele os ampliou usando dois toca-discos com dois discos iguais, dando o nome de Break-Beat, o fundamento musical para B.Boys e B.Girls (Breaker-boys, Breaker-girls: dançarinos que se apavoravam dançando durante estes Breaks) e os MC's (Os Mestres de Cerimônias, artistas no microfone que divertem as pessoas fazendo-as dançar com suas rimas), às vezes comparável ao "Toast" jamaicano, Kool Herc usou algumas frases para fazer as pessoas dançarem e dar boas vindas aos amigos. Mas quando os misturava as batidas ficavam mais complicados, mais concentração, assim foi entretendo a multidão, ficando complicado fazer várias coisas ao mesmo tempo, com o microfone não era mais possível, ele passou o microfone para 2 amigos que representaram o primeiro time de MC: Coke La Rock e Clark Kent. Kool Herc e o soundsystem incluíam os 2 amigos no microfone, ficando em seguida conhecidos por toda parte como "Kool Herc and the Herculords".

Alguns dos breaks mais famosos, foram: Incredible Bongo Band com Apache, James Brown com Funky Drummer e Give it up or turn loose, Herman Kelly dance to the drummers beat, Jimmy Castor Bunch com It´s just begun entre tantos outros...

Afrika Bambaataa (ou Kahyan Aasim - nascido 1957) também tem seu papel de importância no surgimento da cultura Hip-Hop, é por toda parte conhecido e respeitado como o "padrinho" ou o "avô" da cultura Hip-Hop, reunindo tudo e propondo a base para a cultura. Era membro e líder de uma das maiores gangues, "Black Spades" também era um colecionador de discos fanático. Embora já estivesse trabalhando como DJ em festas desde 70, ele adquiriu mais interessado pela cultura Hip-Hop depois de ter visto Kool Herc nos toca-discos em 1973 e assim foi DJ no "Bronx River Commity Center" onde teve seu próprio soundsystem. Ao mesmo tempo a gangue dele começou a desaparecer, logo depois formou uma pequena ONG chamada de "Bronx River Organization" que logo após passou a se chamar "The Organization", por ter feito parte uma gangue anteriormente ele teve um publico fiel que consistiu em membros de gangues anteriores.

Por volta de 74 ele reorganizou "The Organization" e renomeou de "Zulu Nation", inspirado pelos estudos feitos sobre a história africana (ele ficou impressionado pelos "Zulus" pois lutavam com honra e armas simples contra o colonialismo e o poder, apesar de aparentemente inferiores). 5 dançarinos uniram-se a organização usando o nome de "Shaka Zulu King" ou simplesmente "Zulu Kings" com os gêmeos "Nigger Twins" eram eles os primeiros B.Boys sempre gritando de alegria. A "Zulu Nation" organizou festas e reuniões a qual os membros, principalmente Afrika Bambaataa passou o conhecimento sobre a cultura Hip-Hop para as pessoas, como era possível dar as pessoas uma alternativa para a saída das gangues e drogas.

Love Bug Starski foi quem propôs a junção dos elementos da cultura Hip-Hop, foram Afrika Bambaataa e a Zulu Nation que uniram os elementos diferentes e os formaram para uma única cultura.

A idéia de Afrika Bambaataa era transformar o negativismo das gangues em energia positiva, pois perdera o melhor amigo em uma guerra das gangues, no tempo que fizera parte de uma gangue. Cansado disso, pensou em fazer algo para mudar esta situação, as pessoas estavam cada vez mais ocupados com o Hip-Hop, em mostrar suas habilidades da melhor forma possível nas festas.

GrandMaster Flash completa a trilogia dos DJ´s pioneiros, o terceiro DJ mais importante do inicio da cultura Hip-Hop, teve a brilhante idéia de incluir artesanalmente a sua mesa de mixagem um botão (cross-fader) que lhe permitia passar de um disco para outro sem haver quebra de som. Aprendendo com Herc que os breaks de Funk eram o combustível preferido dos B-Boys e com Bambaataa onde os ir buscar, Flash incendiou tudo ao trazer para o palco os “skills” (capacidade tecnica de misturar os discos e faze-los fluir de forma irrepreensivel.

O MC começou por ser uma mera sombra do DJ, limitado a empolgar ao microfone as pessoas, que lhe pagava o ordenado e funcionando quase como “locutor de festas” ou mestre de cerimónias que não só usava o microfone para comunicar à multidão qual a última celebridade do gueto (ghetto celebrity) a entrar no clube (“hey ya’ll, my man Timmy T is in the house!”) como também tinha um papel importante, deixava todos saberem que havia uma mãe à espera do seu filho à porta (“yo, Little Jimmy, stop spinnin’ and head to the door!”). Com o tempo, as rimas foram ficando mais elaboradas, mais complexas e, tal como os “skills” do DJ lhe davam popularidade, as habilidades do MC ao microfone começaram a ser decisivas para arrancar aplausos da multidão.

Bem, assim seria o Hip-Hop para muitos, DJs descobrindo e criando os break-beats, MC's rimando, B.Boys dançando e a maioria dos membros da cultura Hip-Hop também eram escritores. Bambaataa os usou para espalhar sua mensagem, "lutar com criatividade, não com violência!" Com a integração dos 4 elementos da cultura Hip-Hop, a vontade de competir era geral, empurrando todos permanentemente a melhorar e ser o mais criativo possível.

Assim, era como uma lei não escrita, que, todo mundo criava seu próprio estilo, sem copiar o próximo, sem roubar as idéias do outro. Outra lei respeitada era: Paz, unidade, amor e divertimento. A base para os diferentes elementos já estava pronta, mas com a integração da cultura Hip-Hop foi acelerado o desenvolvimento rapidamente dos elementos.

US VIDA LOCA ORGULHOSAMENTE APRESENTA...
O PAI DO HIP-HOP
K O O L....H E R C

Kool Herc (nascido Clive Campbell em 16 de abril de 1955, Kingston, Jamaica), também conhecido como Kool Herc, DJ Kool Herc e Kool DJ Herc, é um DJ jamaicano, notavelmente o primeiro a samplear melodias criando a batida inicial do rap, uma variação do funk, sobre o qual eram falados versos, assim como no funk contemporâneo de sua época.

kool foi o jamaicano que desenvolveu o rap em Nova York

Nos EUA, foi o primeiro DJ a utilizar dois toca-discos em uma mesa de mixagem, repetindo sempre o mesmo trecho, que é chamado de breakbeat (batida quebrada) de um vinil. Na mesma época Afrika Bambaataa popularizava o estilo Hip Hop[1], uma mistura de arte popular e dança urbana. Kool Herc foi quem inicialmente gerou batidas eletrônicas para produzir uma base rítmica sobre a qual seria mais fácil encaixar rimas, influenciadas pelo gospel e pelo soul.

O DJ jamaicano Kool Herc, introduziu em Nova Iorque a tradição dos Sound Systems e do canto falado, que se sofisticou com a invenção do scratch, criação de um discípulo de Herc.

Juntos, Afrika e Kool Herc deram início à era ingênua, era pura, era party, do hip hop, fortemente alavancada pela Zulu Nation.


P R O F E S S O R
D A
V E L H A... E S C O L A

US VIDA LOCA ORGULHOSAMENTE APRESENTA...JAMES BROWN
O REI DO SOUL

James Joseph Brown (originalmente James Joseph Brown Jr.), ou simplesmente James Brown (Barnwell, 3 de Maio de 1933Atlanta, 25 de Dezembro de 2006) foi um cantor, compositor e produtor musical norte-americano reconhecido como uma das figuras mais influentes do século XX na música.

Como um prolífico cantor, compositor, dançarino e bandleader, Brown foi uma força fundamental na indústria da música. Deixou sua marca em diversos artistas ao redor do mundo, influenciando até mesmo os ritmos da música popular africana, como o afrobeat, juju e mbalax,[1] e forneceu o modelo para todo um subgênero do funk, o go-go.[2]

Brown começou sua carreira profissional em 1956 e fez fama no fim da década de 1950 e começo da década de 1960 com a força de suas apresentações ao vivo e várias canções de sucesso. Apesar de vários problemas pessoais, continuou fazendo sucesso durante os anos 80. Além de sucesso como músico, Brown também teve presença nas questões políticas dos Estados Unidos durante os anos 60 e 70.

Brown foi conhecido por inúmeros apelidos, incluindo Soul Brother Number One, Sex Machine, Mr. Dynamite, The Hardest Working Man in Show Business, The King of Funk, Minister of The New New Super Heavy Funk, Mr. Please Please Please Please Her, I Feel Good e principalmente The Godfather of Soul ("O Padrinho do Soul"). No livro "Sweet Soul Music" de Arthur Conley, ele é descrito como King of Soul ("Rei do Soul").

Infância

James Brown, cujos pais eram Susie Behlings e Joseph ("Joe") James Gardner (que mudou seu nome para Brown pois Mattie Brown o criou)[3] na pequena cidade de Elko (Carolina do Sul) durante a Grande Depressão. Brown, que teria o nome do pai, acrecido de "Jr.", foi incorretamente registrado como James Joseph Brown, Jr.[4] Quando criança, Brown era chamado de Junior. Quando mais tarde foi viver com a tia e um primo, ele passou a ser chamado de Little Junior pois seu primo também era chamado de Junior.[4]

Brown e sua família viviam em extrema pobreza.[5] Quando Brown tinha dois anos de idade, seus pais se separaram depois que sua mãe deixou seu pai para ficar com outro homem. Depois que a mãe abandonou a família, Brown continuou a vier com seu pai até a idade de seis anos. Depois desse período, Brown e seu pai se mudaram para Augusta (Geórgia).

Seu pai entregou Brown para uma tia, que administrava uma casa de prostituição. Embora Brown vivesse com parentes, passou longos períodos a própria sorte, perambulando pelas ruas.

Durante sua infância, Brown ganhava dinheiro engraxando sapatos, vendendo e trocando selos, lavando carros e louças além de cantar em concursos de talentos. Brown também fez shows para as tropas de Camp Gordon no começo da Segunda Guerra Mundial pois os comboios viajavam por uma ponte próxima à casa de sua tia. E assim, ganhando dinheiro nestas aventuras, Brown aprendeu a tocar gaita dada ele por seu pai. Tampa Red, famoso músico americano e que estava namorando uma das meninas da casa de sua tia, ensiou Brown a tocar guitarra; além disso, aprendeu com outros músicos a tocar piano e bateria. Brown quis se tornar artista após assistir Louis Jordan, um popular músico de jazz e R&B, se apresentado nos anos 40 com sua banda Tympany Five em um curta chamado "Caldonia".[6]

Quando adulto, Brown mudou legalmente seu nome, removendo o "Jr.".[7] Brown começou a praticar crimes em Augusta e na idade de 16 anos foi condenado por assalto a mão armada e enviado para um centro de detenção juvenil em Toccoa em 1949.

Enquanto estava na escola reformatória, conheceu Bobby Byrd, que viu Brown se apresentar na prisão. A família de Byrd ajudou em sua soltura antecipada após cumprir três anos de sua sentença. As autoridades concordaram em soltar Brown com a condição que ele conseguiria um emprego e não retornaria a Augusta ou Richmond County. Após tentar o boxe[8] e ser arremessador em um time semi-profissional de beisebol (uma carreira interrompida por uma lesão na perna), Brown focou toda sua energia na música.

Carreira

A carreira de Brown atravessou décadas e influenciou profundamente o desenvolvimento de diferentes gêneros musicais.[9] Brown se apresentou em concertos, primeiro na região Sul dos EUA, depois por toda a América e então pelo mundo todo, além de se apresentar em shows de televisão e filmes. Embora tenha contribuído com o mundo musical por seus vários sucessos, Brown tem o título de artista que mais colocou singles nas paradas da Billboard Hot 100 sem nunca atingir o número um desta parada.[5][10]

1955: The Famous Flames

Em 1955, Brown e a irmã de Bobby Byrd, Sarah se apresentaram em grupo chamado "The Gospel Starlighters". Eventualmente Brown se juntava ao grupo vocal de Bobby Byrd, the Avons, e Byrd transformou o som do grupo em secular rhythm and blues. Após o nome do grupo ter sido mudado para The Flames, Brown e o grupo de Byrd foram para o Sul, o chamado "chitlin' circuit". O grupo então assinou um contrato com o selo Federal Records de Cincinnati; selo do mesmo grupo da King Records.

A primeira gravação do grupo foi o single "Please, Please, Please" em 1956. O single atingiu o número 5 da parada R&B, vendendo mais de um milhão de cópias. Nove subsequentes singles lançados pelos The Flames falharam em atingir o mesmo sucesso do single de estreia, e o grupo passou a sofrer o risco de sair da King Records.

As primeiras gravações de Brown foram composições inspiradas no gospel-R&B, altamente influenciadas pelo trabalho de músicos como Ray Charles e Little Richard. A relação com Little Richard foram particularmente significantes no desenvolvimento como músico e showman. Quando Richard deixou a música pop em 1957 para se tornar pregador, Brown substituiu Richard nas datas restantes. Vários músicos que acompanhavam Little Richard se juntaram ao grupo de Brown depois que Richard deixou a cena.

Brown retornou as paradas em 1958 com o sucesso "Try Me". Este single foi o mais vendido entre os discos de R&B do ano, e se tornaria o primeiro de 17 canções que atingiriam o topo da parada R&B pelas próximas duas décadas.[11] No lançamento de "Try Me" em disco, o nome do grupo passou a ser James Brown and The Famous Flames.

Em 1959, Brown e os Famous Flames se mudaram da Federal Records para a King Records. Brown começou a ter recorrentes conflitos com o presidente da King Records Syd Nathan, à respeito de repertório e outras questões. Em um notável acontecimento, Brown gravou o sucesso de 1960 "(Do the) Mashed Potatoes" na gravadora Dade Records, de propriedade de Henry Stone, sobre o pseudônimo de "Nat Kendrick & The Swans" porque Nathan se recusou a permitir que fosse gravado na King.[12]

Começo dos anos 60

Brown entrou nas paradas no começo dos anos 60 com sucessos como a cover "Night Train" em 1962. Enquanto os singles de Brown eram grandes hits no chamado chitlin' circuit, no Sul dos EUA e na parada R&B Top Ten, ele os Famous Flames não tinham sucesso nacionalmente até a apresentação ao vivo gravada no LP de 1963 Live at the Apollo. Brown financiou por si próprio a gravação do álbum, que foi lançado pela King Records com objeções do dono da gravadora Syd Nathan, que não viu potencial comercial em um álbum ao vivo sem nenhuma canção nova. Apesar das expectativas de Nathan, o álbum ficou nas paradas pop por quatorze meses, aingindo o número 2.[13] Em 1963 Brown uma versão da balada "Prisoner of Love" (seu primeiro sucesso a atingir o Top 20) e fundou (sob bons olhos da King Records) a incipiente Try Me Records, primeira tentativa de Brown em gerenciar uma gravadora.

Após o sucesso Live at the Apollo Brown lançou uma série de singles que, juntamente com o trabalho de Allen Toussaint em Nova Orleães, definiram a fundação da música funk. Com o sucesso de Live at the Apollo e o fracasso da King Records em expandir suas vendas diante do consumidor negro, James Brown e o amigo Bobby Byrd formaram uma companhia de produção, Fair Deal, para promover os discos de Brown perantes as platéias "brancas". Neste arranjo a Smash Records, uma subsidiária da Mercury Records foi usada como veículo para distribuir a música de Brown. A Smash lançou em 1964 "Out of Sight", que atingiu o número 24 nas paradas pop e apontou o caminho para o funk que viria a seguir.[14] Este disco disparou uma batalha legal entre a Smash e a King.[15]

Durante a metade dos anos 60, duas canções de Brown "Papa's Got a Brand New Bag" e "I Got You (I Feel Good)", ambas de 1965, foram sucessos tantos nas paradas pop como nas paradas R&B, sendo os singles mais vendidos por mais de um mês. Em 1966, "Papa's Got a Brand New Bag" venceu o Grammy na categoria "Melhor Gravação de Rhythm & Blues". Brown continuou ganhando fama com aparições em filmes como Ski Party e The T.A.M.I. Show, no qual ele e os Famous Flames (Bobby Byrd, Bobby Bennett e "Baby Lloyd" Stallworth) subiam ao palco com os The Rolling Stones.

Final dos anos 60

Enquanto a década de 60 chegava ao fim, Brown continuava a refinar o novo idioma do funk. A canção de 1967 (que atingiu o número 1 na parada R&B), "Cold Sweat", algumas vezes citadas como a primeira canção funk, foi a primeira a conter um solo de bateria conhecido como "drum break". Os arranjos instrumentais de faixas como "Give It Up Or Turnit A Loose" e "Licking Stick-Licking Stick" (ambas gravadas em 1968) e "Funky Drummer" (gravada em 1969) apresentava uma versão mais desenvolvida do estilo que Brown apresentava até a primeira metade dos anos 60, com a sessão de sopro, guitarras, baixo e bateria misturados em intricados padrões e múltiplos riffs.

As mudanças no estilo de Brown que começaram com "Cold Sweat" também estabeleceram os fundamentos de outros sucessos de Brown, como "I Got the Feelin'" (1968) e "Mother Popcorn" (1969). Nesta época os vocais de BRown frequentemente tomavam a forma de um tipo de declamação rítmica, nem totalmente cantada nem totalmente falada. Isto se tornaria uma grande influência nas técnicas de fazer rap das décadas vindouras.

Em Novembro de 1967 James Brown comprou a estação de rádio WGYW em Knoxville por $75.000, de acordo com a revista Record World de 20 de Janeiro de 1968. As letras que identificavam a rádio foram mudadas para WJBE refletindo suas iniciais. A WJBE começou a operar em 15 de Janeiro de 1968 transmitindo Rhythm & Blues. O slogan da estação era "WJBE 1430 Raw Soul".

As gravações de Brown influenciaram artistas em toda a indústria musical, mais notadamente Sly Stone e sua Sly & the Family Stone, Charles Wright & the Watts 103rd Street Rhythm Band, Booker T. & the M.G.'s e cantores de soul como Edwin Starr, The Temptations, David Ruffin e Dennis Edwards. O então pubescente Michael Jackson levou os gritos e dança de James para o mainstream como líder dos The Jackson 5 da gravadora Motown. Estas mesmas faixas foram mais tarde ressucitadas por incontáveis músicos de hip-hop à partir dos anos 70. Como resultado, James Brown permanece até os dias de hoje como o artista mais sampleado da história[16] com "Funky Drummer" sendo a peça musical mais sampleada de todos os tempos.[17]

A banda de James durante este período empregou músicos e arranjadores vindos da tradição do jazz. James é citado pela sua habilidade como líder de banda e compositor misturando a simplicidade do R&B com a complexidade rítmica e precisão do jazz. O trompetista Lewis Hamlin e o saxofonista/tecladista Alfred "Pee Wee" Ellis lideravam a banda. O guitarrista Jimmy Nolen provinha riffs simples e percussivos em cada canção, além dos solos de saxofone de Maceo Parker. Outros membros da banda de James incluíam seu braço-direito Bobby Byrd, os bateristas John "Jabo" Starks, Clyde Stubblefield e Melvin Parker (irmão de Maceo), o saxofonista St. Clair Pinckney, o trombonista Fred Wesley, o guitarista Alphonso "Country" Kellum e o baixista Bernard Odum.

Durante este período, o império musical de Brown cresceu e expandiu sua influência na cena musical. Enquanto o império de Brown crescia seu desejo por independência financeira e musical também cresciam. Brown comprou estações de rádio no final dos anos 60, inluindo a WRDW emn Augusta, Georgia onde ele engraxava sapatos quando criança. Brown também gravou diversas canções com outros músicos. Gravou Gettin' Down To It (1969) e Soul on Top (1970), dois álbuns em sua maioria de baladas românticas e jazz, com o Dee Felice Trio e Louie Bellson Orchestra respectivamente. Gravou faixas com os Dapps, uma banda "branca" de Cincinnati, incluindo o hit "I Can't Stand Myself (When You Touch Me)". Também gravou três álbuns de canções natalinas com sua banda.

Anos 70 e o J.B.'s

Brown depois de um concerto em Tampa em 29 de Janeiro de 1972.

Por volta de 1970, a maioria dos membros da banda de James em sua formação clássica tinha deixado a banda em busca de outras oportunidades, o grupo The Famous Flames também tinha acabado, com apenas o membro original Bobby Byrd permanecendo com Brown. Brown e Byrd contrataram uma nova banda que incluía futuros astros do funk, como o baixista Bootsy Collins, o irmão de Collins, o guitarrista Phelps "Catfish" Collins e o trombonista e diretor musical Fred Wesley. Esta nova banda foi chamada de "The J.B.'s" e fez sua estréia no single de 1970 "Get Up (I Feel Like Being A) Sex Machine". Embora os The J.B.'s tenham passado por diversas mudanças, com a primeira ocorrendo em 1971, foi a banda mais conhecida de James.

Em 1971, Brown começou a gravar pela Polydor Records que passara também a distribuir os discos do catálogo da King Records. Muitos amigos e músicos de apoio, como Fred Wesley & The J.B.'s, Bobby Byrd, Lyn Collins, Vicki Anderson e Hank Ballard, lançaram discos pela People Records, um selo fundado por Brown e que foi comprado pela Polydor como parte do novo contrato de James. A maioria das gravações feitas na People tinha a produção do próprio James Brown. Canções como "I Know You Got Soul" de Bobby Byrd, "Think (About It)" de Lyn Collins e "Doing It to Death" de Fred Wesley & The J.B.'s são consideradas parte do legado de Brown assim como as gravações lançadas sob seu próprio nome.

Em 1973, Brown fez as canções para o filme blaxploitation Black Caesar. Em 1974, fez uma turnê pela Africa e se apresentou no Zaire como parte da famosa The Rumble in the Jungle, a luta entre Muhammad Ali e George Foreman. Admiradores da música de Brown, incluindo Miles Davis e outros músicos de jazz, começaram a citar Brown como grande influência em seus próprios estilos. Entretanto, Brown, como outros que eram influenciados por suas músicas, também era influenciado por outros. O single de 1976 "Hot (I Need To Be Loved, Loved, Loved, Loved)" (número 31 da parada R&B) emprestou o riff principal da canção "Fame" de David Bowie, não ao contrário como muitos pensam.[18]

As gravações de Brown pela Polydor durante os anos 70 exemplificam as inovações de James nos 20 anos precedentes. Composições como "The Payback" (1973), "Papa Don't Take No Mess", "Stoned to the Bone" e "Funky President (People It's Bad)" (1974) e "Get Up Offa That Thing" (1976) estão entre as mais notáveis gravações durante este período.

Final dos anos 70 e 80

Pela metade dos anos 70, o status de estrela de Brown estava em decadência, e os músicos chaves de sua banda como Fred Wesley o deixaram para se juntar ao Parliament-Funkadelic. O estilo disco pegou Brown de "guarda baixa" e anulou o estilo de puro funk nas pistas de dança. Seus álbuns de 1976 Get Up Offa That Thing e Bodyheat foram as primeiras aproximações de Brown ao ritmo da disco e as habilidosas produções. Enquanto os álbuns Mutha's Nature (1977) e Jam 1980s (1978) não geraram nenhum sucesso nas paradas, o LP de 1979 The Original Disco Man fez da canção "It's Too Funky in Here", seu último sucesso da década. Importante dizer que The Original Disco Man foi o único álbum que não foi produzido pelo próprio Brown; neste caso foi produzido por Brad Shapiro.

O contrato de Brown com a Polydor expirou em 1981, e sua agenda de gravações de turnês estava reduzida. Apesar destes eventos, Brown experimentou um ressurgimento durante os anos 80, aparecendo em filmes como The Blues Brothers, Doctor Detroit e Rocky IV, assim como uma participação especial em Miami Vice no episódio "Missing Hours" (1988). Também gravou Gravity, um álbum tanto quanto popular, lançado pela Scotti Bros., e o single de 1985 "Living in America", que fazia parte da trilha-sonora do filme Rocky IV. Em 1987, Brown venceu o Grammy por Melhor Vocal Masculino de R&B por "Living in America". Brown ainda colaborou com o artista de hip-hop Afrika Bambaataa no single "Unity".

Em 1988, Brown trabalhou com o time de produtores do grupo Full Force no álbum I'm Real, álbum este altamente influenciado pelo hip-hop, e que conseguiu colocar o single "Static" em número 5 na parada R&B. Enquanto isso o remix de "Give It Up Or Turnit A Loose", originalmente gravado em 1969 e presente na compilação In the Jungle Groove se tornou tão popular em pistas de hip-hop que um dos fundadores do hip-hop, Kurtis Blow chamou a canção de "o hino nacional do hip-hop".[19]

Anos 90 e 2000

Depois de uma temporada na prisão no fim dos anos 80, Brown lançou o álbum Love Overdue com um novo single "Move On". A Polydor também lançou em 1991 um box com quatro CDs chamado Star Time. Quase todos os discos de James foram relançados em CD, sempre com faixas adicionais e comentários de especialistas. Em 1991, Brown apareceu no vídeo de MC Hammer "Too Legit to Quit" (ou "2 Legit 2 Quit"). Em 1993, James Brown lançou o álbum Universal James com os singles "Can't Get Any Harder", "How Long" e "Georgia-Lina". Em 1995, o álbum ao vivo Live at the Apollo 1995 foi lançado, apresentando uma nova faixa de estúdio "Respect Me", que foi lançada com single naquele mesmo ano. Os últimos LPs de Brown durante este período foram I'm Back de 1998 com o single "Funk on ah Roll", e o álbum de 2002 The Next Step com o single "Killing is Out, School is In", ambos de produzidos e co-escritos por Derrick Monk.

Apesar de alguns problemas com a lei, James continuou a se apresentar e gravar regularmente, e fez aparições em programas de televisão, filmes como Blues Brothers 2000 e eventos esportivos.

James Brown Revue

Por muitos anos, os shows da turnê de Brown eram as mais extravagantes produções na América. Na época de sua morte, sua banda incluía três guitaristas, dois baixistas, dois bateristas, três na sessão de sopro.[20] Brown empregava entre 40 e 50 pessoas para a turnê James Brown Revue, que chegava a 330 shows por ano.[21][22]

Introdução ao show

Antes de James Brown entrar no palco, seu mestre de cerimônias pessoal lhe dava uma elaborada introdução, citando as alcunhas de Brown e suas principais canções. A introdução de Fats Gonder, captada no álbum de 1963 Live at the Apollo, é um exemplo representativo:

So now ladies and gentlemen it is star time, are you ready for star time? Thank you and thank you very kindly. It is indeed a great pleasure to present to you at this particular time, national and international[ly] known as the hardest working man in show business, the man that sings "I'll Go Crazy" … "Try Me" … "You've Got the Power" … "Think" … "If You Want Me" … "I Don't Mind" … "Bewildered" …the million dollar seller, "Lost Someone" … the very latest release, "Night Train" … let's everybody "Shout and Shimmy" … Mr. Dynamite, the amazing Mr. Please Please himself, the star of the show, James Brown and The Famous Flames!![23]

Entre os MCs que trabalharam com Brown em sua turnê durante os anos, o mais famoso foi Danny Ray, que apareceu no palco com ele durante 30 anos.

Repertório e formato

As apresentações de James Brown eram famosas pela intensidade e duração. Seu objetivo pessoal era "dar as pessoas mais do que elas vieram buscar — fazê-las cansar, porque é para isso que elas vieram.'"[24] O repertório dos shows consistia em sua maioria de seus próprios sucessos e canções mais recentes, com algumas covers. Brown dançava vigorosamenteenquanto cantava, fazendo passos de dança, entre eles o famoso Mashed Potato. Além disso, os músicos e cantores de apoio (The Famous Flames) apresentavam danças coreografadas, e nas últimas apresentações, a turnê incluía dançarinos. Brown exibia roupas extravagantes e cabelos perfeitamente cortados que completavam o visual.

Um concerto de James Brown tipicamente incluíam artistas convidados como Vicki Anderson ou Marva Whitney, e uma faixa instrumental apenas com a banda, que muitas vezes servia como abertura para o show. Embora Brown tenha lançado muito álbuns ao vivo, o álbum Say It Live & Loud: Live in Dallas 08.26.68, lançado pela Polydor em 1998, foi o único que captou um show do começo ao fim.

A capa

Uma das marcas registradas dos shows de James era que durante a canção "Please, Please, Please", Brown caía de joelhos enquanto segurava o microfone, enquanto o MC jogava uma capa sobre seus ombros e o escoltava para fora do palco enquanto os Famous Flames continuavam cantando "Please, please don't go-oh-oh".[25] Brown então tirava a capa e entrava novamente no palco para o encerramento. Esta "encenação" foi repetida muitas vezes e pode ser vista durante os créditos finais de Blues Brothers 2000.

A encenação da capa de Brown foi inspirada por uma encenação similar feita pelo lutador de wrestling Gorgeous George.[23][26]

O líder da banda

Brown exigia extrema disciplina, perfeição e precisão de seus músicos e dançarinos — inclusive durante os ensaios para as turnês, as pessoas deveriam usar o mesmo "uniforme" ou "vestimenta" que usariam durante os shows.[27] Durante uma entrevista conduzida por Terri Gross durante o segmento "Fresh Air" da rádio NPR, Maceo Parker, um antigo saxofonista da banda de Brown durante os anos 60, 70 e 80 contava sua experiência em relação as exigências que Brown fazia da banda:


«Você tinha que ser pontual. Tinha que ter seu uniforme. Suas coisas tinha que estar intactas. Tinha que ter sua gravata borboleta. Você tinha que tê-la. Você não podia aparecer sem a gravata borboleta. Os sapatos deveriam estar engraxados. Você tinha que ter suas coisas. Isto é o que Brown esperava. Maceo Parker[28]»



Brown tinha outras regras em relação a sua banda, inclusive com aplicação de multas a quem quebrasse suas regras como calçar sapatos não engraxados, dançar fora da sincronia e entrar atrasado no palco.[29] Durante algumas de suas apresentações, Brown dançava em frente a sua banda com as costas voltadas para a plateia enquanto deslizava pelo palco, fazendo sinais com as mãos e dedos na batida da música. Embora a plateia pensasse que isto fazia parte da dança, esta prática na verdade tinha o intuito de apontar o membro da banda que tinha tocado ou cantado fora do tom ou cometido outra infração. Brown usava sinais com as mãos para alertar o músico que teria que pagá-lo por quebrar suas regras.[30]

Ativismo Social

A inquietação civil e auto-capacitação

Durante o final dos anos 60 e começo dos anos 70, James Brown foi reconhecido por seu trabalho social. Em 1966, ele lançou o single "Don't Be a Drop-Out" como uma lição para estudantes jovens que tinham a intenção de desistir dos estudos. Mais tarde fez discursos para dezenas de crianças lembrando a importância da educação na escola. Em 1967, lnaçou um single patriótico, "America is My Home", que era um "rap" sobre como ele via as pessoas, particularmente a comunidade afro-americana, que estava negligenciando o país que poderia dar-lhes oportunidades e explicando como em um momento ele estava engraxando sapatos e à seguir, cumprimentando o Presidente dos EUA, como fez com o Presidente Lyndon B. Johnson quando de seu encontro para a doação de dinheiro para programas de prevenção de abandono escolar.

Um ano mais tarde, se apresentou em Boston um dia depois da morte de Martin Luther King, Jr.. É dado crédito a James Brown por evitar uma revolta naquela cidade devido a esta apresentação.[31] A história é documentada no filme "The Night James Brown Saved Boston".

Após isso, o Presidente Johnson solicitou a Brown para visitar Washington, D.C. e cumprimentar moradores do centro da cidade se apresentando em um concerto beneficente e expressando a noção de que a violência "não era o cmainho a seguir". Muitos da comunidade negra sentiam que Brown se comunicava com eles mais do que qualquer outro líder do país, um sentimento que foi fortalecido com o lançamento do single, "Say It Loud - I'm Black and I'm Proud".

Brown continuou a se apresentar em vários concertos beneficentes pelos direitos civis, incluindo a organização PUSH de Jesse Jackson e o partido dos Panteras Negras. Brown também continuou a lançar singles com profundo conteúdo social: "I Don't Want Nobody To Give Me Nothing (Open Up the Door, I'll Get It Myself)" (1969), "Get Up, Get Into It, Get Involved" (1971), "Talking Loud and Saying Nothing" (1972), "King Heroin" (1974), "Funky President (People It's Bad)" (1974) e "Reality" (1975). Na semana anterior a sua morte, Brown levou presentes para crianças em um orfanato de Atlanta.

Vida pessoal

No fim de sua vida, James Brown vivia em Beech Island, Carolina do Sul. James Brown foi diagnosticado com diabetes no estágio inicial de sua vida.[32] Brown foi também diagnosticado com câncer de próstata, que foi tratado cirurgicamente com sucesso.[33] Apesar de sua saúde, Brown mantinha sua reputação como o "homem que mais trabalhava no show business" mantendo-se com sua agenda esgotante.

Casamentos e crianças

Brown foi casado quatro vezes — Velma Warren (19 de Junho de 1953–1969, divórcio), Deidre "Deedee" Jenkins (22 de Outubro de 1970–10 de Janeiro de 1981, divórcio), Adrienne Lois Rodriguez (nascida em 9 de Março de 1950) (1984–6 de Janeiro de 1996, morte da esposa) e Tomi Rae Hynie (Dezembro de 2001–2006, sua morte). Destes e outros relacionamentos, James Brown teve cinco filhos — Teddy Brown (1954-1973), Terry Brown e Larry Brown, Daryl Brown (membro da banda) e James Joseph Brown III, e mais quatro filhas — Lisa Brown, Dr. Yamma Noyola Brown Lumar, Deanna Brown Thomas e Venisha Brown.[34][35][36] Brown também tinha oito netos e quatro bisnetos.[34][35] O filho mais velho de Brown, Teddy morreu em um acidente de carro em 14 de Junho de 1973.[37]

De acordo com um artigo de 22 de Agosto de 2007 publicado pelo jornal britânico The Daily Telegraph, testes de DNA indicaram que Brown também era pai de, pelo menos três filhos ilegítimos. A única identificada foi LaRhonda Pettit (nascida em 1962), uma ex-aeromoça e professora aposentada que vive em Houston.[38]

Questões jurídicas

A vida pessoal de Brown foi marcada por vários problemas com a lei. Na idade de 16 anos, foi preso por roubo e ficou 3 anos na prisão. Em 1988, Brown foi preso após uma perseguição de carro em alta velocidade na Interestadual 20 indo da Georgia até a divisa com a Carolina do Sul. Ele foi acusado de transportar uma pistola sem licença e agredir um policial, juntamente com droga e outros delitos. Embora tenha sido condenado a seis anos de prisão, foi finalmente solto 1991 depois de cumprir apenas três anos de sua sentença. Em outro incidente, policiais foram chamados à residência de Brown em 3 de Julho de 2000, depois que foi acusado de atacar com uma faca um empregado da empresa de energia elétrica durante uma visita técnica.[42]

Durante os anos 1990 e 2000, Brown foi repetidamente preso por violência doméstica. Foi preso quatro vezes entre meados da década de 1980 e meados de 1990 sob a acusação de agressão contra Adrienne Rodriguez, sua terceira esposa. Em Janeiro de 2004, Brown foi preso na Carolina do Sul acusado de violência doméstica contra Tomi Rae Hynie que o acusou de derrubá-la no chão após uma discussão, e que resultou em escoriações em seu braço direito e quadris. Brown pagou fiança de $1087.[43]

Morte e Consequências


Memorial de James Brown em Augusta, Geórgia.

Em 23 de Dezembro de 2006, James Brown, doente, apareceu no escritório do seu dentista em Atlanta, Geórgia várias horas depois do horário marcado para um implante dentário. Durante esta visita, o dentista de Brown observou que ele parecia "muito mau… fraco e tonto". Ao invés de fazer o implante, o dentista recomendou que Brown fosse ao médico imediatamente.[44]

Brown foi ao Hospital Crawford Long na Universidade de Emory em Atlanta em 24 de Dezembro de 2006 para uma avaliação médica de suas condições, e deu entrada neste hospital para observação e tratamento.[45] De acordo com Charles Bobbit, amigo e agente de longa data, Brown tinha estado doente e com tosse desde de seu retorno de uma viagem a Europa em Novembro.[44] Bobbit acrescentou que era característico de Brown nunca contar ou reclamar a alguém sobre estar doente, inclusive durante shows.[44] Embora Brown tivesse cancelado shows em Waterbury (Connecticut) e Englewood, Brown estava confiante que o médico iria dispensá-lo do hospital a tempo de realizar shows na véspera do Ano Novo.

Para as celebrações de Ano Novo, Brown estava agendado para se apresentar no Teatro Count Basie em Nova Jérsei e no B. B. King Blues Club em Nova Iorque, além disso faria uma apresentação ao vivo na CNN no programa especial de fim de Ano de Anderson Cooper.[45] No entanto, Brown permaneceu internado e seu estado de saúde piorou ao longo desse dia.

Em 25 de Dezembro de 2006, Brown morreu aproximadamente a 1:45 da manhã insuficiência cardíaca resultante de complicações da pneumonia, estando ao seu lado, seu agente Frank Copsidas e seu amigo Charles Bobbit.[46] De acordo com Bobbit, Brown proferiu as palavras "Estou indo embora esta noite".[47]

Funeral

Memorial público para James Brown no Apollo Theater, 2006.

Após a morte de Brown, parentes e amigos, muitas celebridades e milhares de fãs compareceram aos funerais realizado no Apollo Theater em Nova Iorque em 28 de Dezembro de 2006 and e na James Brown Arena em 30 de Dezembro de 2006 em Augusta.[35] Um funeral separado também ocorreu na cidade de North Augusta, Carolina do Sul em 29 de Dezembro de 2006,[34] onde compareceram amigos e a família. Algumas das celebridades que compareceram aos funerais: Michael Jackson, Joe Frazier, Dick Gregory, MC Hammer, Jesse Jackson, Bootsy Collins, LL Cool J, 50 Cent e Don King.[48][49][50][51] Todos os funerais foram presididos pelo reverendo Al Sharpton.[52][53]

Último desejo e Testamento

James Brown assinou seu testamento em 1° de Agosto de 2000, perante o advogado Strom Thurmond, Jr.[54] Albert "Buddy" Dallas foi nomeado como um dos três representantes pessoais dos imóveis de Brown. O testamento de Brown cobria seus bens pessoais, como roupas, carros e jóias, direitos de música e a empresa James Brown Enterprises.[55]

Durante a leitura do testamento em 11 de Janeiro de 2007, Thurmond revelou que os seis filhos adultos de Brown (Terry Brown, Larry Brown, Daryl Brown, Yamma Brown Lumar, Deanna Brown Thomas e Venisha Brown) estavam no testamento. Hynie e James II não estavam inclusos.[54][56] O testamento de Brown foi assinado 10 meses antes do nascimento de James II e mais de um ano antes do casamento de James com Tomi Rae Hynie.[57]

Em 24 de Janeiro de 2007, os filhos de Brown abriram um processo contra os representantes pessoais dos imóveis de Brown. Em sua petição, pediam a côrte para remover os representantes dos imóveis de seu pai (incluindo o advogado de Brown e Albert "Buddy" Dallas) e que fosse apontado um novo administrador.[58][59]

Enterro em local temporário

Após os serviços funerários públicos o corpo de James Brown permaneceu no caixão em uma sala com temperatura controlada. O caixão de Brown mais tarde mudou-se para um local desconhecido, enquanto seus filhos e Tomi Rae Hynie se envolveram em disputas sobre o lugar de descanso final de Brown e assuntos relacionados ao seu testamento.[60] Mais de dez semanas após a morte de Brown, os filhos e Hynie decidiram onde o corpo ficaria temporariamente. Brown foi enterrado em 10 de Março de 2007 em uma cripta na casa de Deanna Brown Thomas, uma das filhas de Brown.[61]

De acordo com a família de James, o corpo permanecerá enterrado neste local temporário até que um mausoléu seja construído.[61][62] Para transformar o local de descanso de Brown em uma atração para visitantes, a família de Brown planeja consultar a família de Elvis Presley no sentido de converter o local em atração similar a Graceland.[61][63]

Premiações

Escultura em bronze de James Brown em Augusta, Geórgia.

James Brown recebeu uma variedade de premiações e honras durante sua vida e até após sua morte. Em 1993, o conselho da cidade de of Steamboat Springs no Colorado fizeram uma votação entre os residentes para escolher um novo nome para a ponte que cruzava o rio Yampa. O nome vencedor com 7.717 votos foi "James Brown Soul Center of the Universe Bridge". James Brown apareceu na cerimônia de inauguração do evento.[64] Alguns moradores fizeram uma petição para que o nome fosse revertido para o original "Stockbridge" por razões históricas, mas logo desistiram pela popularidade do nome de James Brown. Brown retornou à Steamboat Springs em 4 de Julho de 2002 para uma apresentação ao ar-livre ao lado de outras bandas como String Cheese Incident.[65]

Em 1983, Brown foi indicado ao "Georgia Music Hall of Fame". Além disso, Brown foi um dos primeiros homenageados no Rock and Roll Hall of Fame, durante o jantar inaugural 23 de Janeiro de 1986. Em 25 de Fevereiro de 1992, Brown foi premiado com o Lifetime Achievement Award na 34ª edição do Grammy Awards. Exatamente um ano mais tarde, recebeu um prêmio na quarta edição do Rhythm & Blues Foundation Pioneer Awards.[66] Uma cerimônia foi realizada em 10 de janeiro de 1997 para homenageá-lo com uma estrela na Calçada da Fama.[66]

Em 15 de junho de 2000, Brown foi um dos indicados para o New York Songwriters Hall of Fame. Em 14 de Novembro de 2006, Brown foi indicado para o UK Music Hall of Fame, e foi um dos que se apresentou na ceremônia.[67]

Brown também foi honrado na cidade de Augusta na Geórgia por sua atividades filantrópicas e civis. Em 20 de Novembro de 1993, o prefeito de Augusta Charles DeVaney homenageou James com a inauguração do "James Brown Boulevard".[66] Em 6 de Maio de 2005, como presente pelo seu 72° aniversário, Brown recebeu da cidade de Augusta uma estátua de bronze em tamanho natural na rua Broad.[66]

Durante a 49º edição do Grammy Awards que aconteceu em 11 de Fevereiro de 2007, a famosa capa de James Brown foi colocada sobre um microfone por Danny Ray (seu M.C. por mais de 30 anos). Durante o mesmo evento, Christina Aguilera cantou um dos sucessos de Brown, "It's a Man's Man's Man's World".[68]

Em 22 de Dezembro de 2007, a premiação "Tribute Fit For the King of King Records" em honra a James Brown aconteceu no Madison Theater em Covington no Kentucky. O tributo, organizado por Bootsy Collins, teve apresentações de Afrika Bambaataa, Chuck D do Public Enemy, The Soul Generals, Buckethead, Freekbass e Triage. Comediante Michael Coyer foi um dos apresentadores do evento. Durante o show, o prefeito de Cincinnati proclamou dia 22 de Dezembro como "James Brown Day".[69] Tem sido comentado que um filme com a biografia de James Brown está a caminho e que Spike Lee seria o diretor.

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Afrika Bambaataa & The Soul Sonic Force - Planet Rock

Afrika Bambaataa é o pseudônimo de Kevin Donovan (Bronx, Nova York, 19 de abril de 1957) é um DJ estado-unidense e líder da Zulu Nation, reconhecido como fundador oficial do Hip Hop.

Nasceu e foi criado no Bronx e, quando jovem, fazia parte de uma gangue chamada Black Spades (Espadas Negras, em português), mas viu que as brigas entre as gangues não levariam a lugar nenhum. Muitos dos membros originais da Zulu Nation também faziam parte da Black Spades, que era uma das maiores e mais temidas gangues de Nova York. Bambaataa se utilizou de muitas gravações já existentes de diferentes tipos de música para criar Raps. Usando sons, que iam desde James Brown (o pai do Funk) até o som eletrônico da música “Trans-Europe Express” (da banda européia Kraftwerk), e misturando ao canto falado trazido pelo DJ jamaicano Kool Herc, Bambaataa criou a música “Planet Rock”, que hoje é um clássico. Bambaataa também foi um dos líderes do Movimento Libertem James Brown, criado quando o mestre da Soul Music estava preso e, anos depois, foi o primeiro ‘Hip-Hopper’ a trabalhar com James Brown, gravando “Peace, Love & Unity”. Bambaataa criou as bases para surgimento do Miami Bass, Freestyle (gênero musical), ritmos que infuênciaram o Funk Carioca


O S.... A R Q U I T E T O S

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GRANDMASTER FLASH
O CRIADOR DO SCRATCH

Joseph Saddler (Bridgetown, 11 de janeiro de 1958), mais conhecido como Grandmaster Flash, é um músico de hip-hop e DJ. É atribuido à Grandmaster Flash a invenção do " scratch", como Hermano Vianna cita na página 21 de seu livro " O mundo funk carioca" : "Grandmaster Flash, talvez o mais talentoso dos discipulos do Dj Jamaicano¹, criou o "scratch", ou seja, a utilização da agulha do toca-discos, arranhando o vinil em sentido anti-horário, como instrumento musical. Além disso, Flash entregava um microfone para que os dançarinos pudessem improvisar discursos acompanhando o ritmo da música, uma espécie de repente-eletrônico que ficou conhecido como Rap.

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Grandmaster Flash - The Message


O L D...S C H O O L
V E L H A.....E S C O L A
O Sugarhill Gang foi um trio de negros norte-americanos que praticamente implantou o estilo rap (música falada) na transição da década de 1970 para a de 80 com o sucesso estrondoso Rappers Delight, muito conhecida no Brasil como Melô do Tagarela. A música fala do egocentrismo de cada integrante do grupo. Aborda o luxo, o poder financeiro, sexo entre outras coisas mais. O líder Master Gee é um dono de uma das vozes do trio.O Hit Aserejé(2002),parodiou esta música de um jeito estranho.Trata-se de um dançarino chamado Diego,que saia para dançar e adorava esta música,mas como não sabia inglês cantava à sua maneira,assim: Aserejé ja dejé tejebe tu de jebere seibiunouba majabi an de bugui an de buididipí.Em português assim: Aserehe ha de he de hebe tu de hebere seibiunouba mahabi an de bugui an de buididipi.

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The Sugarhill Gang - Rapper's Delight


MEEEEEEU DEUS
O L D.....S C H O O L

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WHODINI

Whodini é a hop do hip o grupo de New York que foi dada forma em 1981, composto de Jalil (Jalil Hutchins), de Ecstasy (John Fletcher) e de Grandmaster Dee (extraiu Carter).

História

Junto com Funcione-DMC e Os meninos gordos, Whodini era entre os primeiros grupos do hip-hop para cultivar seguir nacional do elevado-perfil para a música do hip-hop e inroads significativos feitos no rádio urbano. A Brooklyn, trio York-baseado novo consistiu no lyricist Jalil Hutchins do vocalist-chefe; co-vocalist John Fletcher, Ecstasy do aka, que tendeu ao desgaste a Zorro- chapéu do estilo como sua marca registrada; e DJ extraiu Carter, aka Grandmaster Dee. Comtemporâneos de Run-D.M.C., foram controlados perto Russell Simmons, o irmão de Joseph “funcione” Simmons. O grupo assinou com indie Londres-baseado Registros de Jive em 1982; apreciaram uma corda das batidas, fazendo um mapa na maior parte em estações de Urban/R&B. O volume da produção em suas liberações foi feito por Larry Smith, um jogador baixo de que segurasse também muito Run-D.M.C.' trabalho adiantado de s.


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WHODINI - FRIENDS


WHODINI - I'M A HO
WHODINI - ONE LOVE

WHODINI -FUNKY BEAT

WHODINI - RAP MACHINE

WHODINI - THE HOUSE OF ROCK

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FREESTYLE - IT'S AUTOMATIC


FREESTYLE - DONT STOP THE ROCK
FREESTYLE - THE PARTY HAS BEGUN / 1984

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LIL I JAW AND COOL SUPREME B BOYS


BATALHA DE B.BOYS...
BIG TIME FRESH - CHECK OUT - MELÔ DO PIANO

MANTRONIX - BASS LINE

MANTRONIX - WHO IS IT
MANTRONIX - SIMPLE SIMON
BREACK MACHINE - STREET DANCE
BREACK MACHINE - BREACK DANCE PARTY

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2 LIVE CREW - DICK ALMIGHTY


O L D...S C H O O L
ESSA É LENDARIA

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2 LIVE CREW - ONE AND ONE


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2 LIVE CREW - MY 7SEVEN BIZZOS


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2 LIVE CREW - ME SO HORNY

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LL Cool J - Mama Said To Knock You Out


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LL Cool J - I'm Bad


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2 LIVE CREW - MELÔ DA MUIE FEIA


MELO DA MUIE FEIA
MUIE FEI CHUPA HALLS E BABALU KKKKKKK
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LL Cool J - I Need Love


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Posse On Broadway - Sir - Mix - A- Lot


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ESSA LEVADA É LOCA, É BASE PARA MUITAS OUTRAS

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Sir Mix-A-Lot Hip-Hop Soldier


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Sir Mix-A-Lot - My Hooptie


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Public Enemy - Fight The Power


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PUBLIC ENEMY - TERMINATOR X


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Kool Moe Dee Feat. Chuck D & KRS-One - Rise And Shine


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US VIDA LOCAAPRESENTA...
Kool Moe Dee


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Rodney O & Joe Cooley - Djs & Mcs


ESSA É FODA, SÓ NA CAXA

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Rodney O & Joe Cooley - Nobody Disses Me


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Rodney O & Joe Cooley - Everlasting Bass


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Rodney O & Joe Cooley - This Is For The Homies


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Rodney O & Joe Cooley - Its My Rope


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G . O . G & MARIA RITA
BRASIL COM P


U POETA ENTRO EM CENA E DESTRUIU O PALCO... VELHA E NOVA ESCOLA, ESSE CARA É FODA, CONFIRA!!!

US VIDA LOCA APRESENTA...
DJ RAFFA E OS MAGRELOS
O L D .... SC H O O L.....B R A S I L I A


DJ Raffa e Os Magrellos

BARONy
O MASSACRE DO FREESTYLE
BARONy PARA PRESIDENTE

BARONy CRACK
L A N Ç A M E N T O

BARONy CRACK<br> L A N Ç A M E N T O
C.R.A.C.K
Correndo Rompendo Algemas Com Kristo
BARONy

BARONY CRACK
L A N Ç A M E N T O

BARONY CRACK <br>L A N Ç A M E N T O
CONTRA-CAPA

C.R.A.C.K
Correndo Rompendo Algemas Com Kristo
BARONy

ECO-SLOW
MUSIC
ENTRETENIMENTO

Bom dia,
Estamos encaminhado informações do Album lançado na semana passada entitulado C.R.A.C.K ( Correndo Rompendo Algemas Com Kristo) 1um trabalho revolucinário que conta com participações Samples como CID MOREIRA, KID ABELHA, TIM MAIA, MATO SECO, VERSUS CRIMINAL, comumestilo SUPER LIRICO se denominando-se TOTALMENTE ECLETICO representando a ECO-SLOW MUSIC & ENTRETENIMENTO, BARONy vem revolucionar a forma de rimar e de se expressar com um novo estilo chamado de ECO-SLOW ecos do inicio ao fim, estilo derivado do DJ SCREW, musicas educativas, visionárias & louvores, o album se comporta como qualquer cidadão elvolvido com o crime que prescisa constatemente da palavra de DEUS para o libertar do mal, então u cara vai pra igreja desvia, ai BARONy indica que se levantar uma igreja no coração terá maior proteção são 21 faixas misturando Raguae, Sertanejo, Coral Musical com RAP, todas as vozes são feitas por BARONy. BARONy já esta preparando seu proximo album aguardem.

Acesse BARONy & KID ABELHA DJ RCD nos SCREATCHERS http://palcomp3.com/BARONy/#!/09-eu-quero-voce



ECO-SLOW MUSIC

ENTRETENIMENTO 2011

US VIDA LOCA APRESENTA...
DEXTER & MANO BROWN
SÔ FUNÇÃO


F U N Ç Ã O.....D R Ã O

US VIDA LOCA APRESENTA...
FACÇÂO CENTRAL & REI CIRURGIA MORAL
PREPARA AS ALGEMAS 2


PREPARA AS ALGEMAS hehehehe VEM ME PRENDER...

US VIDA LOCA APRESENTA...
M A R E S Y A

US VIDA LOCA APRESENTA...<br>M A R E S Y A
SALVE VAGABUNDOS, AQUI É BARONY E ESSE É MEU MANO DA SAMAMBAIA NORTE
Mais um lançamento que vem confirmar a força da música independente e comprometida com a transformação.
Maresia, MC da cidade de Samambaia acaba de lançar seu 1 álbum intitulado 'Guerreiro do Terceiro Mundo', faixa do CD produzida a partir de sampler de Edson Gomes. O trabalho é uma verdadeira arqueologia da música brasileira, resgatando o ritmo e a musicalidade nacional, junto a boas levadas e forte conteúdo.
O rapper iniciou sua carreira em 1997 junto com seu irmão Rapadura; Após passar por diversos grupos como Consciência armada,...acrecentando mas dois grupos ,artigo do gueto ,PJL, Art'vistas, adquire vivência, maturidade e experiência para seguir em carreira solo

Samples resgatando artitas do passado para o futuro como:aguinaldo timotio, roberto calos, moacir franco, sidney magal nos quaissempre representaram a nossa cultura em todo o mundo eles ainda são os mermos nos no passar do tempo o povo mudou muito els ainda estao vivos nas cançes eu tempo chegar ao menos em 5 porcento dos sentimentos q passaram... ...Além da atuação como Rapper, Maresia é empreendedor. Gesta, dirige e vende produtos ligados a cultura e moda urbana na loja Sub-mundo Hip Hop na cidade de Samambaia, atuando como revendedor de grandes marcas.
Umas das maiores dificudades foram a falta de apoio,sem patrocinio é mas complicado pq smos a maioria assaliarados é us gatos co9m produçao são altos,na elaboraçao do album tem mas gasto ai vem as vezes ate mesmo os dizanimos da vida por o tempo passado ...pq as veezs vc quer lançar em um ano mas ai leva uns 3 ou mas anos ...mas graças adeus tai concretizado com o meu proprio suor os frutos são muitos si alguem escuta um som é esse som u faz refletir eu já to recompensado pela vida toda...além da realizaçao pessoal mas um sonho realizado...varios amigos participaram desse trampo entre eles:rapadura,nego kartla,a formula,bravoz,p.j.l,dnac,diautoria,nego dé,nova escola,,kiko santana.
Na divulgaçao eu ainda estou usando os meios mas viaveis na internete as gunhas radios q sempre mi apoiaram,como dj nego gilson,g1 fm daher,espaço do rap nelson ramos,smorphies dico club markinhos...
GUERREIRO DO 3° MUNDO, segue a linha mais protesto resistencia,como era o rap mas antigos...tem que ter carater indentidade e saber oq estar falando nao bastar fazer por fazer...tem quer ter proposta mas tambem obras concluidas...
A DISTRIBUIÇAO estar sendo so por meio das lojas : SUB-MUNDO HIP HOP E STYLO BLACK OU COMIGO MESMO MAS ESTAMOS ESPERANDO AGUNHA MANISFESTAÇAO PRA FORTALECERA CORERNTE DO RAP SERIO COM MUITO OBJETIVOS MAS POUCOS PATROCINIOS...
SAÕ VARIOS eu visei reunisr grupos de varias cidades do df pra unir a mesma ideia com uma harmonia é uma ideia de que nao importa onde vc estar o idealismo é muito parecido é numca ira morrer...
acho para haver melhorias devem haver sencibilidades e pulsos firme seriedade atitude d ir ate o poder ,mas nao ir soh por ir tem que reunir a massa que é imensa e ter uma proposta um projeto serio para q seja aprovado com remoneraçao pros demais combatentes...
NOSSA SAMAMBAIA é muito rica,variso grupos vem nos trazendo orgulho com o passar do tempo entre eles: a formula,p.j.l, justiceiros do rap, aborigine, gury gospel e outros inclusive você BARONY o brigado é nois.
contatos imail,orkut, msn: maresiarap@hotmail.com

http://www.myspace.com/maresiamcartvista
http://palcomp3.cifraclub.terra.com.br/maresiarap/
http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=25298203
tels:92825526 ou 86070276

US VIDA LOCA APRESENTA...
PACIFICADORES MUSICA - EU QUERIA MUDAR


Oi, oi RAPAZIADA, AQUI É BARONy, ESSES SÂO MEUS MANOS DA SAMABAIA NORTE PASSA U PANO MALANDRAGEM

US VIDA LOCA APRESENTA...
CR2-VAMOS LUTAR ( FORA ARRUDA)


PEGUEI ESSES PIVETE DO MEU MANO SUPREMU$
FO**-SE ARRUDA, BARONy MAIS 1UMA VITIMA DESSE SISTEMA

US VIDA LOCA APRESENTA...
F L A S H ---- B A C K
TIM MAIA MUSICA ELA PARTIU


A ORIGEM, O SAMPLE DA MUSICA O HOMEM NA ESTRADA DOS RACIONAIS

US VIDA LOCA APRESENTA...

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WASHINGTON BLACK
Com o proposito de misturar idéias, experiencia de vida e muita musica, idependente que seja rock, funck,hip hop, reggae e etc. Diretamente da periferia zn de são paulo, nasce a vontade e um sonho em comum de compor o cotidiano na intenção de que as nossas letras possam fazer bem e ajudar de alguma forma as pessoas que nos ouvem. Eis então que surge, nos meados do ano 2000, a banda A MESKLA S/A. Percorrendo os paucos da vida até o ano de 2005, nesse mesmo ano pisaram no freio e deram um breque para executar projetos pessoais. Agora em 2009 com muita bagagem na mala, novas experiencias e muita gana de fazer uma boa musica, subir no pauco e fazer a galera pular. A MESKLA S/A esta de volta com uma nova formação:Formigão vocal,Jhow vocal,Weslei guitarra,Colméia baixo,Wochiton bateria e Dj cal Esperamos vocês por esse mundão a fora para fazer uma grande festa, mandando uma grande vaibre e letras conscientes Com a bença de Deus e com a garra para enfrentar essa caminhada para realizar esse sonho maluco de escrevE


ACESE PARA ASSISTIR O VIDEO 1 DE WASHINTON BLACK

ACESSE PARA ASSISTIR O VIDEO 2 DE WASHINGTON BLACK
US VIDA LOCA!

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BONE THUGS IN HARMONY
2010


2010 BONE COMLPLETO, UNI-5 SÓ FALTA EU HHAHAHAHAHA
HIP-HOP GANGSTA

BONE

Bone Thugs-n-Harmony

Apelidos:::B.O.N.E. Enterpri$e, BTNH, Bone Thugs, Bone Origem::Cleveland, Ohio, United States Genero::Rap Midwest Rap Gangsta Rap R&B Anos de Atividade:::1993 - present Selos:::Ruthless, Full Surface, Interscope Associaçoes:: Mo Thugs Family, ThugLine Records, 7 Sign Regime, Flesh-n-Bone Inc., DJ Yella, Akon, Twista, Eazy-E, 2Pac, Notorious B.I.G., Mariah Carey, Swizz Beatz Website http://www.bonethugsnharmony.com Membros::Krayzie Bone Layzie Bone Wish Bone Flesh-n-Bone Former members::Bizzy Bone

Bone Thugs-N-Harmony é um grupo americano de rap, formado em Cleveland, Ohio, conhecido pelo seu estilo de rap harmonizado com os vocais. Em 1997, o grupo ganhou o Grammy Award pelo melhor desempenho da rap, com sua canção "Tha Crossroads". Desde sua criação nos anos 90, o grupo foi honrado com outras numerosas premiações.

História

O grupo começou em 1987 com o nome de "The Band Aid Boys", formado por Layzie bone, Krayzie bone, Flesh~n~bone (irmão de Layzie) e K-Chill. Usaram todo o dinheiro que tinham para fazer uma fita demo, porém não tiveram reconhecimento nenhum.

K-Chill abandonou o grupo e no lugar dele entraram Bizzy bone e Wish bone (primo de Layzie e Flesh). em 1993 eles lançaram o seu primeiro álbum com o nome "Faces Of Death" mas não foi muito conhecido. O grupo mudou algumas vezes de nome até se tornar Bone Thugs-n-Harmony.

Ajuda de Eazy-E

Krayzie bone decidiu que o grupo precisava de um padrinho, alguem que pudesse dar um empurrão ao Bone Thugs. Ele escolheu o Eazy-E, líder do maior grupo de Rap da época: N.W.A.

Em 1993 Eazy-E estava em Los Angeles fazendo shows. Os Bones juntaram todo o dinheiro e compraram passagens para lá, na esperança de falar com Eazy. Não conseguiram o tal encontro, mas conseguiram falar com ele pelo telefone, Krayzie bone, a pedido de Eazy-E, cantou um verso pelo telefone mesmo, Eazy-E ficou impressionado com o talento, mas mesmo assim não chegaram a fazer qualquer tipo de acordo.

Depois de um certo tempo, Eazy-E foi fazer um show em Cleveland. Então os Bone Thugs voltaram a sua cidade natal, e desta vez não poderiam deixar a chance escapar. E eles conseguiram, fizeram o acordo e se tornaram um grupo da “Ruthless Records” gravadora que pertencia ao Eazy-E.

O SucessoOs Bone Thugs foram à Los Angeles para gravarem o seu mais novo álbum bancado por Eazy-E chamado “Creepin On Ah Come Up” que foi lançado em 21 de Junho de 1994. Sucesso total que repercutiu mundialmente, este álbum rendeu ao grupo dois singles e dois vídeos clipes, Thuggish Ruggish Bone & Foe Tha Love Of $ com participação especialíssima de Eazy-E. Na época este álbum vendeu mais de 3 milhões de cópias (hoje está em mais de 8 milhões de cópias vendidas) e o primeiro lugar disparado da Billboard.

Mas nem tudo foi como o grupo queria. Infelizmente em 26 de março de 1995 o mentor do grupo, Eazy-E, morreu devido à complicações do vírus HIV. Em 25 de Julho de 1995 Bone thugs~n~harmony lança seu mais novo álbum intitulado "East 1999 Eternal" homenageando seu mentor e outras pessoas que morreram, na canção “Crossroad”. “Creepin On Ah Come Up” foi um sucesso. "East 1999 Eternal" foi um marco em toda a música vendendo mais de 5 milhões de cópias (hoje está em mais de 12 milhões de cópias vendidas). “Crossroad” rendeu ao Bone thugs~n~harmony um Grammy e fez com que o grupo entrasse para a história ao quebrar um recorde de 32 anos da música “Can´t Buy Me Love” (1964) dos “Beatles” pelo single que subiu mais rápido nas paradas de todo o mundo.

O Grupo hoje

No ano de 2005 Bizzy bone por vários motivos foi expulso do grupo, principalmente por causa das Drogas e Alcool. E agora está preparando seu terceiro álbum solo, intitulado "A Song For You." Flesh~n~bone foi preso no ano de 2000 e sentenciado a 11 anos de prisão por ameaçar um amigo com uma AK-47. Ele já na rua.

O grupo voltou na forma completa!



Discografia

* 1993: Faces of Death
* 1994: Creepin on ah Come Up
* 1995: E 1999 Eternal
* 1997: The Art of War
* 1998: The Collection Volume One
* 2000: The Collection: Volume Two
* 2000: BTNHResurrection * 2002: Thug World Order
* 2004: Greatest Hits
* 2005: Greatest Hits (Chopped & Screwed)
* 2005: Bone 4 Life * 2005: Unheard Harmony
* 2005: The Lost Files * 2005: Bone Brothers
* 2006: Behind The Harmony
* 2006: Everyday Thugs
* 2006: Thug Stories * 2007: Bone Brothers 2
* 2007: TBA
* 2007: Strength & Loyalty
Prêmios
Grammy Award
* 1997 Bone Thugs N Harmony: "Tha Crossroads"
* 2007 Krayzie Bone: "Ridin'" MTV Video Music Award
* 2006 Krayzie Bone: "Melhor video de Rap" (Ridin')
American Music Award
* 1998 Krayzie Bone: "Rap Favorito/Artista de Hip-Hop" Ozone Awards
* 2006 Krayzie Bone: "Melhor Video" (Ridin')

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U ORIGINAL VIDA LOCA ou THUG LIFE 2PAC

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MANO BROWN

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MANO BROWN

US VIDA LOCA


MANO BROWN CAPA DA REVISTA Rollingstone.

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ENTREVISTA COM MANO BROWN

Mano Brown se diz mudado, apesar de também afirmar que continua o mesmo. Entre a família, o RAP, os amigos e os negócios, um dos artistas mais importantes dos nossos dias quer deixar de ser um refém da imagem que ele mesmo ajudou a disseminar. Pedro Paulo se tornará quarentão em abril próximo. “Estou virando um tiozinho, mano.” Antes de bater nos quatro ponto zero, ele surpreenderá novamente quem o escuta desde 1988, quando tinha 18 anos e entrou nos ouvidos de muitos brasileiros – por amor ou por ódio – com suas rimas.

Pedro Paulo é Mano Brown, a mais importante, influente e respeitada personalidade do rap brasileiro, o piloto dos Racionais MC’s, uma das vozes das periferias do país – posição rejeitada por ele, mesmo depois de ter guiado o único grupo nacional de rap capaz de vender 1,5 milhão de discos oficialmente no Brasil até hoje (sem contar outros cerca de quatro milhões na conta da pirataria). Mas aquele Mano Brown conhecido pelo Brasil “estava condenado a virar estátua, sem utilidade”, como ele mesmo diz, na sua autodefinição.

Você confere mais fotos e lê esta matéria na íntegra na edição 39, dezembro/2009. São Paulo e Rio de Janeiro: nas bancas apartir de 11/12.
Outros estados: nas bancas a partir de 14/12.
FONT:http://djrcd.wordpress.com

CONHECIMENTO FUNDAMENTAL...ATITUDE NÃO SE COMPRA... CONHECIMENTO FUNDAMENTAL... ATITUDE NÃO SE COMPRA...

L A N Ç A M E N T O
Salve, salve malandragem AQUI É BARONy
Esses são meus mano da 50 GAMA LESTE
Conhecimento Fundamental surgiu no ano de 1997, grupo formado por garotos moradores da cidade do Gama, (Rony, Léo e chacal) essa foi a primeira formação do grupo, com o passar dos anos (DJ Boca) se integra ao grupo, após ter passado algum tempo acompanhando o trabalho apenas como fã. Nessa caminhada de muito esforço e muito trabalho que nem sempre era reconhecido (Rony e Léo) acabam se desintegrando do grupo, restando apenas Chacal e Dj Boca que deram continuidade ao trabalho durante 2 anos. Continuaram fazendo shows, fazendo novas músicas até que resolveram participar de um concurso chamado (Abril Pro Rap) um dos mais importantes do DF onde o grupo entrou com a música “Atitude não se compra” e com essa música foram selecionados para fazer parte da coletânea (Abril Pro Rap 2005). No final do ano de 2007 eis que vem a nova formação (chacal, Fernando e Cristiano) No decorrer dos anos de 2008 e 2009 o grupo vem trabalhando pra lançar o
PRIMEIRO DISCO / ATITUDE NÃO SE COMPRA
CONHECIMENTO FUNDAMENTAL...ATITUDE NÃO SE COMPRA... CONHECIMENTO FUNDAMENTAL... ATITUDE NÃO SE COMPRA...

US VIDA LOCA APRESENTA...
DELITO CRIMINAL
MUSICA - METAMORFOZE


BARONy / NEGO KARTOLA / SAMPLE RAUL

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DELITO CRIMINAL - SÓ MULEQUE DOIDO

PAZ & SABEDORIA

PAZ & SABEDORIA
Eu Quero PAZ & SABEDORIA mais a vida é loca, muito loca, você projeta um futuro, e na realidade a fita é otra a vida é loca mermo. Essa música fala sobre a minha e a sua realidade.
Eu quero paz.. sabedoria... pra enfrentar us problema do meu dia-a dia, mais a vida é loca muito loca, se apaga uma luz, eu vou e ascendo otra, otra, otra...

BARONy - Música: PAZ & SABEDORIA

(Interlude)
É Muito sofrimento... Malandro.
É muita amargura... Bandido.
Infecção hospitalar
Meu ANJINHO se foi
MAis eu tenho esperança
Eu tenho fé
EM JESUS de NAZARÉ
Meu ANJO
Guarda seus pais, seus pais, seus pais.

Refrão.
Eu Quero Paz...
Sabedoria...
Pra enfrentar us problema do meu dia-a-dia
Mais a vida é loca
Muito loca
Se apaga uma luz
Eu vou e ascendo otra, otra, otra

Meu dia-a-dia é corre
Corre, correria
Entregando sextas básicas na periferia
Co-Munidade pobre
Gente humilde e nobre
Massacrada pela miséria desse País
Pais inrresponsável
Seus filhos são rebeldes
Tanto sangue derramado
Nesse solo tão getil
Meu Brasil
Eu vou mandar ajuda
Eu vou sair na luta
Arrecardar e distribuir
Ei me escuta
Arrudeo e o desemprego aumentou
É ditadura
É lei seca u povo se ferrou
Eu tô pur trás da O.N.G
Que ajuda us pobres
Deus.
Deu muito amor no coração dus nobres
Dai-me paciencia
Mais sabedoria
E guie us meus passos
Nesse dia-a-dia
Dessa vida loca
Vida loca
Muito loucaaaaaaaaa

Eu Quero Paz...
Sabedoria...
Pra enfrentar us problema do meu dia-a-dia
Mais a vida é loca
Muito loca
Se apaga uma luz
Eu vou e ascendo otra, otra, otra

Deus iumine
Minha caminhada
Refrigere a alma
E medê mais calma
Porque
Eu tô na neura, na neura
Com essa porra toda
É desemprego é
Que gera a fome é
Que tira u sono é
O sussego é
Desse homem é
Eu corro com us humilde
Us HUMILDÃO
Felicidade & Alegria à todos irmão
1Um brinde para noiz
1Um salve pros maluco
Que tão atrás do muro
Que ascedam uma luz
E saiam do escuro
E liga noiz
E liga noiz
Nu catatal
Que eu te mando uma COBAL
Se ligo bandido
Noiz é tudo unido
Não tem prus inimigo
As mina é tudo banda
Us frevo é tudo banda
Us doido é tudo bandaaaa Vuo, Vuo
Eu vou nu peão
Eu de rolé
Sai voado queima u chão
Vê se dá nu pé
Vê se dá nu pé
Vê se dá nu pé
Lá vem us gambé
Vê se dá nu pé
Vê se dá nu pé
Vê se dá nu pé
Lá vem us gambéeeee
heheheheehehe

Eu Quero Paz...
Sabedoria...
Pra enfrentar us problema do meu dia-a-dia
Mais a vida é loca
Muito loca
Se apaga uma luz
Eu vou e ascendo otra, otra, otra

Barraco de tabua
Telha furada
Quando chove no biooongo
U barraco alaga
Cortaram a minha água
Cortaram a minha luz
Tô desempregado carregando a cruz
Tô nu mó sufoco
Falta u do aluguel
U barato é loco
E o governo é sacana
Aumenta us imposto
Levam a tua grana
É pilantragem eu sei
Se vacilar já sei
Se us cana pega é pei
Nus fora da leeeeei
Eu quero paz
Sabedoria
Pra acbar logo de vez com essa agonia
Eu vou é relachar
Fumaça para o ar
Eu tÔ 100 comfusão
Eu vou apasiguar
Essa situação
Com sabedoria
1Uma boa solução
Com Inteligência
E rapidez doidão
Se não fizer um curso
Se capacitar
Pode fazer as conta
Que o prejuizo vai somar
O Conhecimento
Te faz caminhar
Você arruma u trampo
Volta atrabalhar
Sai dessa vida doido
A Vida é Loca doido
Muito locaaaaaaaaaa

Eu Quero Paz...
Sabedoria...
Pra enfrentar us problema do meu dia-a-dia
Mais a vida é loca
Muito loca
Se apaga uma luz
Eu vou e ascendo otra, otra, otra

(Iterlude)
Pode crer rapaziada
A vida é loca mermo
O futuro muda a todo instante
Carai de futuro
Só me traz tristeza
Mais com toda dificuldade
Vou atingir a grandeza
Da Humildade
Da Paz
E da sabedoria...

PAZ COm Sabeodoria meu povo sofrido!
BARONy O PROPRIETARIO dUs Vida Loca
Nenhuma postagem.
Nenhuma postagem.

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